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Desaventureiro

Um mundo sobre aventuras, contos, lembranças, poemas, sentimentos e aprendizado.





Eu nĂŁo sei nem por onde começar, Maysa.  Acho que eu posso dizer que perdi. Perdi um jogo que acreditava ser possĂ­vel vencer. Sim, eu joguei sozinho. Ah, se eu tivesse escutado as previsões, todos os sinais e avisos.. NinguĂ©m Ă© culpado. Essas coisas acontecem e a gente evolui! O que importa Ă© que senti. Vivi coisas, que achei nĂŁo ia conseguir entender (e muitas ainda nĂŁo entendo). NĂŁo faça essa cara, Maysa! Estou te dizendo que estou aceitando, oras!
Naquele dia, senti inveja de você, queria ter virado a mesa também, mas ao invés disso me levantei e saí. Eu não estava preparado. Hoje estou. - E não venha me julgar, porra!
Agora senti falta de beber contigo, naquelas tardes tristes, mas ao anoitecer nos sentimos felizes.
Agora não dói mais nada. Não adianta fazer essa cara de desdém, porque é a verdade. Eu só queria saber os porquês: O porquê de não ser possível. E o porquê de não ser bom o bastante.
Quando você voltar, isso já terá acabado. Acho que eu tenho que parar com essas cartas que você nunca responde. Hahahahah!

Bom, agora tenho que olhar pra frente e fazer algumas reformas aqui. Agora será mais fácil!

Beijos!



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Se corações felizes fossem como luzes, quantos ainda faltariam para iluminar essa cidade inteira?


*Contraponto: No escuro conseguimos ver melhor as estrelas...



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Eu nĂŁo sei quantos de mim
se espalharam por aĂ­.
Se encontrar algum, o perdoe.
Se estiver feliz, o abrace.

NĂŁo Ă© igual ao eu de agora,
muito menos ao eu com vocĂŞ.

Vários de mim, sendo um.
Se desprendendo para ser
o que precisam,
o que podem.

Eu nĂŁo sei quantos de mim
se espalharam por aĂ­.
NĂŁo sei quantos restaram
para eu ser...

Mas ainda sou.



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Os deuses se banhando
no rio de vinho
enquanto a chuva lava
os pecados mortais.

O sol castiga, soberano
sobre o pranto dos que estĂŁo
presos nas sombras
nos braços de ninguém.

Os deuses nadam em lágrimas
o amor se afoga em distâncias
eu respiro em vocĂŞ.


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De espadas cruzadas, a percussĂŁo visual.
A dança
na fronteira da morte.

Diante da mesa do rei,
os olhares,
o silĂŞncio sedutor.
A queda dos véus.

O escuro descobre o sol
glorioso e presente.
A queda dos rubis.

Enquanto suspiravam pelo fim
a dança acabou
o rei jamais levantou.



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O céu prateado de domingo...
Me fez perder a noção do tempo enquanto olhava suas formas, distorcidas pelo vento nas nuvens. Esperava reconhecer alguma coisa, mas fiquei feliz apenas com a calma que as formas se desfaziam.

Será que as nuvens também brincam de reconhecer nossas formas?
Me pergunto com o que eu me pareço agora...



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Sobre o Desaventureiro

Oi! Eu sou o Tarick, sou mineiro e ilustrador. Este blog contém pensamentos, sensações e lembranças que transformo em textos e poemas. Eu descobri que posso ser aventureiro sem sair do lugar, explorando ideias e mundos literários. Por isso criei o Desaventureiro. Um espaço para viajarmos juntos! Preparados? Vamos mesmo assim!

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