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Desaventureiro

Um mundo sobre aventuras, contos, lembranças, poemas, sentimentos e aprendizado.






Das esculturas mais sagradas, o corpo é a mais admirada. Por vezes, o olham e o condenam a sofrimentos, mas há aqueles que o presenteiam com os mais belos prazeres. 
Não há apenas um modelo de corpo , mas sim diversidades, ouso dizer que são interpretações do que é divino. Cada corpo uma manifestação singular, que se torna ainda mais bela quando se torna plural.
Ao dedilhar cada centímetro de um corpo, e comecemos pelo nosso, são várias as sensações, é a descoberta e o passeio por um universo que está em nós, que somos nós.
A tão comum avidez pela descoberta do mundo de sensações do corpo alheio se torna ainda mais digna e respeitosa quando nos permitimos, primeiramente, a explorar o nosso,  nos tornando senhores de nosso universo.
O despertar da consciência de cada toque nos traz ao presente e ao mesmo tempo o faz imperceptível. Dois segundos de autodescoberta nos leva  mil anos à frente de onde estávamos.
Não condenar o próprio corpo é uma tarefa difícil para muitos, aceitá-lo é o primeiro passo para se descobrir o que há de melhor e pior para então moldá-lo a nosso favor, se somos senhores de nosso universo então podemos modificá-lo ou talvez possamos parar e admirar cada centímetro de singularidade; se desprendendo da vergonha e abraçando a magia de sentir-se único e belo. E então nos permitir a unir nossos corpos para o prazer de se integrar ao todo.


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SER tem um preço, ás vezes muito caro. Muitos condenam o SER, talvez porque não o SÃO ou talvez SEJAM e não o aceitam.
No momento em que eu descobri/descubro o meu SER e o aceito, eu vejo as consequências me atingindo, bom, não só a mim, mas também as pessoas ao meu redor. Ação e reação. Dádiva e maldição.
Saber dói, mas ignorância pode não ser uma bênção.


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Sabe aqueles dias em que você quer simplicidade? É, simplicidade! Nas relações, no trabalho, em você mesmo...   Não ter que imaginar centenas de probabilidades em uma ação que você intuiu ser um ato puro, como dar um oi, dar um abraço, perguntar/responder, rir, escolher uma música sem ter que abrir as centenas de pastas que tem no PC, até mesmo escrever um texto como esse (não ta sendo simples como imaginei). É possível ter simplicidade nessas coisas? É da nossa natureza ser simples ou a medida que evoluímos (use o conceito de evolução que quiser) acabamos complicando ainda mais nossos pensamentos? A simplicidade é interessante, para algumas pessoas é como um elogio, para outras é o contrário. Como acredito que nada nessa vida tem apenas um aspecto, creio que a simplicidade possa ser boa e ruim ao mesmo tempo. Contextos...   Sempre contextos.
Se esse texto fosse simples ele seria como: "Acho a simplicidade interessante e aceito que dependendo do contexto ela pode ser boa ou ruim." - Mas assim seria apenas uma pequena parcela de vários pensamentos que tive, tenho, terei, ah! Tanto faz! - Viu?
O minimalismo se apresenta simples, mas simplificar, não é tão simples! Admiro o minimalismo, mas algumas coisas ficam bonitas sendo complexas mesmo. Menos a burocracia! Aquilo precisa ser simplificado e já! Se eu quero abrir uma conta e to com meus documentos, vamos abrir a porra da conta e não passar pra sogra da mãe do chefe do seu pai pra assinar! Entendeu?  Mas voltando, era o que mesmo? Ah! Simplicidade...  Eu queria simplicidade.


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Eu fiquei aqui pensando várias coisas pra dizer sobre o que aconteceu com aquela criança que faleceu após ter sido agredida pelos colegas da escola. O motivo? Ah, nada demais, decidiram bater nele por ele ter pais homossexuais. Opa! Pensando bem, é algo DEMAIS sim! Como que o fato de amar e ser amado consegue criar tanto ódio assim?
Amor sempre foi a arma mais poderosa do universo, a arma mais inteligente, porque ela constrói laços e transforma o ódio, que se esconde nos escombros da nossa alma, em algo melhor. Eu aprendi que devemos sentir nossas emoções, sejam elas quais for, mas controlar nossas ações! Aprendi que em tudo existe luz e sombra. Mas eu não quero alimentar a sombra com mais sombra, eu vou diminuí-la com luz, por mais bobo que isso possa estar soando... Quero mostrar que não adianta esse ódio que vocês querem espalhar, através de socos, chutes, palavras e limitações de direitos. Sempre haverá amor, haverá conquistas, haverá quem queira ser feliz! Agora, eu pensaria muito bem, antes de levantar bandeira para um lado onde o ódio acabou de destruir os sonhos e a vida de uma criança!


*Me desculpe, quaisquer que sejam os donos das imagens que usei nessa montagem, por usar as fotos sem permissão. Não reclamo direitos sobre elas.
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Vou aproveitar um pouco o álcool em meu sistema e fazer algo que já deveria... Eu fico me lembrando de todas as mentiras que você me contou e eu acreditei,  me senti idiota por me achar tão paranoico e hoje que sei algumas verdades me acho ingênuo no passado.  Na verdade eu aprendi muitas coisas, boas e ruins (dependendo do ponto de vista) e sou grato por toda a experiência, mas por favor não magoe mais ninguém, não faça alguém chegar ao ponto de desejar NÃO amar (como eu). Se entregue à felicidade e não fuja. Não se torne mais uma criatura solitária, incapaz de eternizar um momento.
Nunca fui e nem espero ser melhor que ti, embora esse texto pareça um daquelas pessoas que querem superar amores do passado e passar por cima deles. Não, já não amo mais. E isso me assusta e conforta, mas não me faz melhor que você. Eu só quero me despedir, não de ti, mas de algo, daquele último "fio" que me prendia. Quero lembrar das experiências boas e ruins, mas aviso que nada será como antes. Quero um recomeço para mim. Esse é meu alerta para o universo, um alerta de que deveria ter feito a muito tempo, mas que agora me parece certo. Quero alegrias e um amor novo, para mim e pra ti, pessoas diferentes, momentos diferentes.
Se for para nosso bem, que os deuses atendam... Senão, que façamos por merecê-los.
Adeus!



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Ás vezes eu fico imaginando se eu tivesse tido alguém comemorando minhas conquistas e sentindo minhas tristezas, será que muita coisa seria diferente?


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Sobre o Desaventureiro

Oi! Eu sou o Tarick, sou mineiro e ilustrador. Este blog contém pensamentos, sensações e lembranças que transformo em textos e poemas. Eu descobri que posso ser aventureiro sem sair do lugar, explorando ideias e mundos literários. Por isso criei o Desaventureiro. Um espaço para viajarmos juntos! Preparados? Vamos mesmo assim!

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